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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Imprensa: «As Histórias de Terror do Tio Montague»

«Histórias de terror / O medo que é para meninos

 

Daquelas que não têm bolinha vermelha e são adequadas para menores. Maria Espírito Santo conversou com o britânico Chris Priestley, autor de livros sombrios para pequenos leitores.


Antes que as coisas mais macabras e tenebrosas lhe passem pela cabeça, seguido de um "porque raio algum pai haveria de oferecer isto ao seu filho?", esclarecemos aqui o conceito de terror: algum suspense, descrições sombrias e pitadas de paranormal sim, comer o cérebro à moda de Hannibal Lecter, nem tanto. O britânico Chris Priestley já escreve para miúdos há uma década com a tonalidade escura que lhe é habitual, por isso sabe aquilo que faz. "As Histórias de Terror do Tio Montague" é o primeiro livro do autor a ser publicado em português. O início de uma trilogia de contos para tiritar. E não é de frio.
Edgar é uma criança e a personagem que nos conduz nesta história. É na caminhada até à casa sombria do tio Montague e durante os serões em casa dele que todo o terror acontece. Como se não bastasse viver numa mansão no meio da floresta, este tio tem todo o tipo de histórias para contar, enredos sinistros que ganham vida própria. "As Histórias de Terror do Navio Negro", que será publicado em Novembro, e "As Histórias de Terror da Entrada do Túnel" que sairá só para o ano, são os livros que seguem. Priestley passa a explicar: "Só é uma trilogia no sentido em que são três livros, com todo o tipo de histórias contadas por um narrador que também conta como as conhece. Todas seguem este formato mas não estão ligadas por personagens - apesar do tio Montague aparecer brevemente no segundo e terceiro livros."
Apesar de não ter tido nenhum tio sinistro de imaginação fértil, Priestley confessa que gostava de ouvir histórias tanto na escola como em família e outras que o pai contava sobre o tempo que serviu no exército. Os compêndios de pequenas histórias como o "House of Secrets" fora o primeiro passo na leitura de terror. Acabou a escrever o género de histórias que o entusiasmavam quando era mais novo: "Acho que és muito receptivo quando estás nos teus anos da adolescência. Tudo é novo e excitante. Na altura havia muitos programas de estilo sobrenatural na televisão britânica e gostava imenso". Alguns pesadelos pelo meio, nada de problemático garante o autor: "Considero-o um elogio. Adorava que os meus leitores entrassem nesse estado."
Apesar de Priestley ter sido sempre um contador de histórias, no seu sentido mais literal, começou como ilustrador antes de se aventurar na escrita. "The Times", "The Independent", "The Observer" ou "The Economist" foram algumas publicações com as quais colaborou. "Foi algo que me pagou as contas durante 20 anos", explica, adiantando um sonho de criança: "Escrever e ilustrar o meu próprio livro". Foi um colega do "The Economist" que encorajou Priestley a escrever um livro para crianças. Aí se dedicou por completo à escrita - apesar de continuar a desenhar, conta-nos. O negrume de que o autor se rodeia não o preocupa: "Não acho que seja muito misterioso. Mas sempre fui fascinado pelo gótico, o negro e o fantástico. Acho que as pessoas já nascem assim."
Um dia há-de aterrorizar também adultos, quando tiver uma ideia que "realmente resulte". Até lá, os pequenos são o principal alvo. Mas nem todos: "Não acho que devem ler - só se quiserem. Se gostares que te assustem então ler livros como os meus é divertido. Mas não são para toda a gente."»
Jornal i

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Imprensa: «10 Salgados Que nós sabemos fazer (quase) sozinhos»

«Quem sabe que a bolacha Maria foi inventada numa padaria de Inglaterra, há mais de 130 anos, para festejar o casamento de uma princesa russa com um príncipe inglês? Maria Alexandrovna era o nome, "Maria" ficou escrito na massa de cada uma das bolachas, depois multiplicadas por outros países. A história da alimentação é um mundo fascinante e faz parte de dois livros de receitas coligidas por Mónica Bello e ilustradas por Rita Bebiano: 10 Doces Que Nós Sabemos Fazer Quase Sozinhos e 10 Salgados Que Nós Sabemos Fazer Quase Sozinhos (Arteplural). Tudo muito bem explicado, dos ingredientes ao "como se faz", com espaço para colar fotografias e para comentários dos provadores.»
Revista LER


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Imprensa: «Que Delícia!»

«Cor, sabor e textura
Quanto tempo demora uma sobremesa? A resposta é traduzida em capítulos no livro Que Delícia!, com receitas para se fazerem dos cinco aos 30 minutos. Para os célebres crepes Suzette são necessários 20 minutos, mas quem preferir reinterpretar a cozinha indiana no final da refeição, poderá fazer chamuças de morango em 15.
Carolina Brewester acredita que é possível aliar rapidez aos três pilares de uma sobremesa - cor, sabor e textura. Para isso, é necessário abdicar de alguns preceitos que em Martha Stewart seriam obrigatórios - as receitas de Brewester incluem massas pré-cozinhas, frutos desidratados de pacote ou creme de pasteleiro pronto a usar. Um sacrilégio para a norte-americana, mas uma questão prática para a food stylist de Londres.»
Sol

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Imprensa: «Big Nate Volta a Atacar»

«Este é o segundo volume de uma colecção protagonizada por um rapaz que se diz “um génio”. De seu nome Nate; melhor, Big Nate. Mas na verdade “não é, de todo, o menino dos professores”. Em Big Nate Volta a Atacar, tudo começa com a observação de um quadro à entrada da Escola n.º 38 com “ziliões de fotografias de bebés”. Nada mais do que os rostos (do passado) de todos os colegas de Nate. O geniozinho garantiu a toda a gente que tinha identifi cado Jenny, “a rapariga mais espectacular de todo o sexto ano”. Mas afinal parece que a confundiu com a sua inimiga n.º1, Gina. O autor de banda desenhada que assina este livro continua bem-humorado e com um conhecimento claro do quotidiano dos miúdos. Por isso, alguns leitores jovens dizem que os livros lhes fazem “lembrar situações que acontecem de verdade na escola”.
Também identificam algumas personagens como muito idênticas aos seus amigos e aos seus inimigos… Na contracapa, anuncia-se: “O livro 3 vem já a seguir.” Venha, venha, porque se lêem num só dia.»
Público

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Imprensa: «O Dia em Que Matei o Cupido»

«Viciada em amor

Com O Dia em Que Matei o Cupido a actriz alerta as mulheres para os ardis da paixão. Atrevida, refere que "um vibrador é tão importante como uma escova de dentes".

"Olá, o meu nome é Jennifer Love Hewitt e sou viciada em amor." É assim que a actriz se apresenta. Isto pode ser interpretado como uma chamada para um livro com malandrices de alcova, o que não é bem verdade. Há um certo exagero e, se alguém procura revelações íntimas escaldantes, pode procurar noutro lado. Parte do conteúdo de O Dia em Que Matei o Cupido é sóbrio, similar ao que as revistas cor-de-rosa apregoam. Com a diferença de que Jennifer dá graça e malícia aos assuntos.
No capítulo O Encontro Perfeito, Pilhas Incluídas é onde ela se mostra mais provocadora. "Um bom vibrador é tão importante como uma escova de dentes", diz. E aconselha as pudicas a dar um nome ao "safadinho", que na sua opinião pode manter uma solteira "longe da promiscuidade e das doenças". No prefácio, confessa-nos Jennifer, 32 anos, feitos em Fevereiro, que o livro teve a ver com o fim de uma relação. Uma purga sentimental, portanto. Servindo-lhe a reflexão para melhor compreender os mecanismos dos afectos, num suposto gesto altruísta, quis partilhar com as outras mulheres a experiência, revelando segredos e truques para se ser mais feliz aos amores. De forma humorística, deita por terra a figura idílica do Cupido, que se acredita ter a seta pronta a atingir o coração do objecto do nosso afecto, mas que afinal não passa de "um serzinho diabólico"; mais uma, entre outras ideias românticas falsas.
Morto o Cupido, aconselha: "Vamos sair e descobrir o amor que sempre quisemos, mas com os pés assentes na terra." Sem se mostrar amarga, mas livre de fantasias, serve-se dos erros passados como uma arma para "lutas" futuras; que o amor não é coisa simples e o homem ideal não existe.
[...]»
Revista Focus

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Imprensa: «Big Nate Volta a Atacar»

«Este é o segundo volume de uma colecção protagonizada por um rapaz que se diz “um génio”. De seu nome Nate; melhor, Big Nate. Mas na verdade “não é, de todo, o menino dos professores”. Em Big Nate Volta a Atacar, tudo começa com a observação de um quadro à entrada da Escola n.º 38 com “ziliões de fotografias de bebés”. Nada mais do que os rostos (do passado) de todos os colegas de Nate. O geniozinho garantiu a toda a gente que tinha identificado Jenny, “a rapariga mais espectacular de todo o sexto ano”. Mas afinal parece que a confundiu com a sua inimiga n.º1, Gina. O autor de banda desenhada que assina este livro continua bem-humorado e com um conhecimento claro do quotidiano dos miúdos. Por isso, alguns leitores jovens dizem que os livros lhes fazem “lembrar situações que acontecem de verdade na escola”. Também identificam algumas personagens como muito idênticas aos seus amigos e aos seus inimigos… Na contracapa, anuncia-se: “O livro 3 vem já a seguir.” Venha, venha, porque se lêem num só dia.»
Letra Pequena

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Imprensa: «A Dieta dos Sumos»

«Christine Bailey, mestra em Ciências e nutricionista de alto coturno, deitou-se à escrita de A Dieta dos Sumos, por cá a Bertrand editou, na linha Arteplural. É um livro onde são entregues de bandeja 100 «receitas» de sumos para todos os paladares. Como predica a autora, "a dieta dos sumos é uma forma fácil e deliciosa de revelar o verdadeiro potencial de todo o corpo".
Mais que copázios, o texto inicia-nos em receitas de lanches e refeições ligeiras, tudo agremiado em seis capítulos e dividido por dois tipos de plano: de emagrecimento e de aperfeiçoamento. Nada disto em abono de corpos esqueléticos, longe das "modas" crispantes de magreza... para desfilar bem na praia... Nem apregoar mezinhas ou comprimidos para derreter as banhas. É um livro sério e que nos ajuda a uma dieta saudável, a praticar pelo menos umas quantas vezes ao ano.
Como proclama a autora, "um livro a pensar em quem acorda e se sente apático, inchado e gordo. Em quem não resiste a espreitar as calorias que ingere e verifica sempre o índice glicémico dos alimentos ou de dietas pobres em carboidratos". Nós que editorialmente apregoamos vinhos, nem por isso descuramos um sumo pleno de vida. À saúde!»
Revista Epicur

terça-feira, 26 de julho de 2011

Imprensa: «O Dia em Que Matei o Cupido»

«Love Hewitt escreve livro sobre a finitude dos amores

A actriz e cantora norte-americana Jennifer Love Hewitt, escreveu "O Dia em Que Matei o Cupido", [...] na qual partilha as experiências que teve nos relacionamentos amorosos [...].
Love Hewitt lembra que para viver o amor com os pés bem assentes na terra "é preciso matar o Cupido". Num exercício sagaz e sarcástico, explica como escolher o homem certo e como saber quando deixar partir aqueles que não interessam, revelando ainda umas quantas verdades sobre o sexo oposto.
A autora deixa também vários conselhos como as 20 coisas a fazer após uma separação, as dez coisas a fazer antes de um encontro, ou os perigos dos 'flirts' através de mensagens de telemóvel.»
Diário de Notícias Online

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Excerto de entrevista a Gabriela Oliveira

«Chama-se Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças e é uma preciosa ajuda para quem quer ver a carne longe do prato dos rebentos. A Papas & Bebés esteve à conversa com Gabriela Oliveira, a autora, e ficou a conhecer um pouco melhor esta dieta que pode ser adoptada desde os primeiros meses de vida.

[...]
Papas & Bebés: Como surgiu este livro?
Gabriela Oliveira: Escrevi-o quando a minha filha, agora com cinco anos, era bebé. Tinha já pesquisado para o meu filho mais velho e feito diversos trabalhos sobre crianças vegetarianas. Percebi que não havia nada no mercado sobre alimentação vegetariana infantil. Em países estrangeiros, como a Inglaterra, era muito fácil uma criança ser vegetariana. Os filhos dos vegetarianos eram-no de forma natural. Em Portugal de 2006, havia uma enorme falta de informação, nem os médicos sabiam dizer a partir de que idade se podia seguir essa dieta. Resolvi, então, pesquisar mais e transpor os dados para o formato de livro, aproveitando a licença de maternidade.

P&B: Como se tornou vegetariana?
GO: Tinha 22 anos quando, ao falar com vegetarianos, se deu o clique. Entendi que existiam alternativas à carne e que podia não contribuir para o sofrimento a que estão sujeitos os animais, tanto quando são mortos como durante a sua vida. Apercebi-me de que podia alimentar-me sem falhas de nutrientes; só precisei de abrir o congelador e deitar fora a carne. Não fiquei mais vulnerável a doenças. A única diferença é que comecei a comprar soja, tofu e seitan em vez de carne.

P&B: Há, porém, outras razões que levam à adopção da dieta vegetariana?
GO: Existe quem o faça para perder peso e por razões de saúde. Há quem experimente, se habitue aos sabores neutros e à mais fácil digestão e depois já não volte à carne ou se fique apenas pelo peixe. Passados alguns meses de vegetarianismo já se estranha, até, a textura da carne.

P&B: O percurso inverso também acontece?
GO: Sim, há quem seja vegetariano durante a adolescência e depois, quando chega a altura de ter filhos, volte a ingerir carne. Ainda existe uma enorme pressão da sociedade no sentido de incutir a ideia de que a carne é um alimento fundamental para o fornecimento de proteínas e ferro.

P&B: Mas é possível educar o sabor para o vegetarianismo desde cedo, sem riscos para a saúde?
GO: Existe a hipótese de escolher entre uma dieta estrita e a ovolactovegetariana. Na segunda é muito mais fácil obter todos os nutrientes, uma vez que é maior e mais versátil. Já o regime vegan só é mais acessível durante os primeiros anos, até à entrada para a escola. Um bebé come mais facilmente sopas com soja ou com tofu e os biscoitos em casa feitos pela mãe. É extremamente simples educar uma criança para ser vegetariana.
[...]
Papas & Bebés

terça-feira, 12 de julho de 2011

Imprensa: «A Dieta dos Sumos»

«A Dieta dos Sumos oferece mais de 100 sumos e batidos de fazer água na boca. Um livro a pensar em quem acorda e se sente apático, inchado e gordo, em quem não resiste em espreitar as calorias que ingere ou para quem passa o dia a comer alimentos amanteigados, cheios de açúcar, gorduras e conservantes. Basta seguir os planos de dieta e combinar os sumos e batidos com lanches leves e refeições saudáveis, a fim de manter o metabolismo elevado e estimular a perda de peso.»
Saúde à Mesa

terça-feira, 7 de junho de 2011

Imprensa: «Quem Mexeu no Meu Queijo Para Crianças»

«Queijo por descobrir

A adaptação de um sucesso de Gestão fora do vulgar é uma óptima lição para todas as idades. "Quem Mexeu no Meu Queijo Para Crianças" elogia a abertura à mudança.

Na vida, tudo muda e temos de saber lidar com as mudanças, olhar para as transformações, tirar partido delas, não recear conhecer coisas novas e evitar ficarmos presos a um passado que não regressa.
Este é o cerne de um livro que nasceu para um público adulto, mas rápida e naturalmente foi adaptado pelo seu autor, potenciando a mensagem, adequada a leitores mais jovens.
"Quem Mexeu no Meu Queijo Para Crianças" (que conhece agora uma nova edição, na Arteplural Edições) parte da obra que celebrizou o Dr. Spencer Johnson, para nos fazer reflectir sobre a necessidade de adaptação permanente - porque nada na vida deve ser dado como adquirido.
A narrativa é protagonizada por quatro figuras coloridas, Fungadela, Correria, Pigarro e Gaguinho. Todas as manhãs, os quatro calçam os seus ténis e fazem-se à aventura num tremendo labirinto, à procura daquilo que mais anseiam: queijo mágico.
Quando encontram uma imensidão desse elemento que procuram, saboreiam-no e com ele alimentam o corpo e o espírito, os seus sonhos. Mas as diferenças começam aí. Enquanto Fungadela e Correria vão tendo consciênciada finitude desse tesouro, Pigarro e Gaguinho julgam-no eterno e desleixam-se. Quando o queijo termina, os dois primeiros partem em busca de outro queijo mágico - como saberia Heraclito, não se pode comer duas vezes o mesmo -, mas os restantes companheiros ficam desnorteados e esperam que tudo regresse ao que era. Só que o tempo não anda para trás...
Um livro que é uma óptima lição de vida, embebido de ingredientes de fantasia, adequados a tornar a sua leitura num momento de prazer, enquanto transmite a noção de que é necessário procurar aquilo que queremos e encontrar na transformação um elemento de apoio, nunca de dissuasão. Até porque, como bem sabia Camões, "todo o mundo é composto de mudança".»
João Morales, Os Meus Livros

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Imprensa: Bebés vegetarianos

«Verdes no prato

O caso do bebé de 11 meses que morreu subnutrido chocou a França. Mas muitas crianças vegan crescem sem problemas.

Quando Louise morreu aos 11 meses, com 5,7 quilos, a França entrou em choque. O bebé estava a ser alimentado apenas a leite materno, sem que os pais – um casal de vegans – lhe tenham dado outro alimento às refeições. A história ocorreu em 2008 e, na semana passada, um tribunal condenou-os a cinco anos de prisão.
"Estamos a falar de pais negligentes, porque deveriam ter iniciado outros alimentos a partir dos quatro meses e aos seis deveriam ter introduzido as proteínas de origem vegetal", reage Gabriela Oliveira, vegetariana há 14 anos e autora do livro Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças.
Para Paulo Oom, pediatra que segue crianças vegetarianas, a mãe "cometeu um duplo erro": continuou a amamentar numa idade em que «as crianças necessitam de uma quantidade e de um tipo de nutrientes que nenhum leite fornece» e provavelmente "não estaria a tomar suplementos vitamínicos para suprir" as falhas da sua alimentação.
Oom explica que, no caso dos vegans – que não comem alimentos de origem animal, nem ovos ou leite –, as carências de vitaminas D e B12 devem ser colmatadas. A primeira é responsável "pelo crescimento dos ossos e dos dentes", enquanto a vitamina B12 "é fundamental para o sangue e o sistema nervoso".
Por isso, quando nas consultas recebe pais que pretendam impor um regime vegan aos filhos, o pediatra procura  "demovê-los". E saliente que o ideal será "dar uma alimentação igual a todos os outros bebés e só mais tarde fazer as restrições".
Por seu lado, Gabriela Oliveira, mãe de três filhos que comem ovos, leite e queijo, defende que "há tantos alimentos vegan à venda, enriquecidos com vitamina B12 e ferro que é possível crescer-se sem qualquer risco para o desenvolvimento". E acrescenta que há à venda leite de soja adaptado a bebés.
Sobre Louise, que morreu subnutrida, diz que "é injusto colar essa morte ao vegetarianismo e ao 'veganismo'", até porque no seu caso a experiência com os filhos tem sido boa: "Os mais velhos são os mais altos da turma e têm sido saudáveis, sem otites, bronquiolites e essas doenças típicas da infância. Mas também têm constipações...".
As suas refeições incluem sempre um alimento proteico, como tofu, seitan, soja, ovos ou salsichas vegetarianas, além da fruta e dos legumes. Gabriela recorre de vez em quando às leguminosas, como o grão, o feijão e as lentilhas.
Para Paulo Oom, o peixe e a carne também devem ter lugar no prato: "Estão na roda dos alimentos e devem ser dados nas quantidades e proporções necessárias".»
Maria Francisca Seabra, Sol, 8 de Abril de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

Imprensa: «Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças»

«Gabriela Oliveira, jornalista, é vegetariana e mãe de três filhos com 11 e 5 anos e 7 meses, também vegetarianos. É autora do livro “Alimentação vegetariana para bebés e crianças” (Arte Plural Edições), uma espécie de manual para vegetarianos que vão ser pais e têm dúvidas se devem manter o seu regime na alimentação dos seus bebés, para mães e pais vegetarianos que não sabem cozinhar muito bem ou precisam de ideias, para famílias omnívoras que querem aliviar o consumo de carne e peixe e introduzir algumas refeições vegetarianas na ementa semanal. “É uma boa maneira de variar os alimentos e ensinar as crianças a não serem esquisitas”, diz a autora. O livro é a reedição da primeira obra, lançada em 2006, e sai esta sexta-feira, dia 25 de Março, para as livrarias com um preço de 10 euros.
“Alimentação vegetariana para bebés e crianças” é sobretudo um livro para pais e mães, que começa por desfazer preconceitos e dúvidas porque, salienta a autora, mesmo os pais vegetarianos são assaltados pelo receio de que o regime vegetariano não seja suficiente em termos nutricionais para as crianças. E, embora a cultura alimentar esteja a mudar e o vegetarianismo se tenha tornado mais comum, ainda há resistência e estranheza. “Quando estava grávida do meu primeiro filho já era vegetariana e as enfermeiras diziam-me 'Veja lá se sabe o que está a fazer, tenha cuidado'. Ainda não há muitas crianças vegetarianas porque ainda há muito receio que a alimentação vegetariana não seja suficiente na infãncia”, conta Gabriela Oliveira, que tem três filhos saudáveis, vegetarianos desde o útero.
“Vegetariano in utero – gravidez saudável” é, aliás, um dos temas abordados no livro, que é essecialmente prático. Nas primeiras páginas, descreve os princípios do regime vegetariano e os seus alimentos essenciais, explicando como obter as proteínas necessárias e a quantidade necessária de ferro, falando ainda do “leite” de origem vegetal e das associações favoráveis dos alimentos. Em seguida, no capítulo “Crescer vegetariano”, Gabriela Oliveira fala de gravidez saudável, da introdução dos alimentos no primeiro ano de vida, dos alimentos em função da idade e também daqueles a evitar. A introdução faseada dos alimentos é mais importante do que parece, sublinha a autora, que alerta para um mito comum em torno de vegetarianos: “As pessoas pensam que, se um alimento é de origem vegetal, pode dar-se tudo à vontade. Não é bem assim porque não se pode dar leguminosas a bebés, por exemplo. E é preciso saber a partir de que idade se podem dar as proteínas vegetais”. Para coligir todas estas preciosas informações, consultou livros ingleses e norte-americanos aquando do nascimento do primeiro filho.
Lendo as instruções de Gabriela, criar um filho vegetariano parece ter o mesmo grau de dificuldade do que criar um filho omnívoro. Há regras na mesma, só que em vez de se falar de carne ou peixe, fala-se de seitan e tofu.O importante é garantir que a alimentação tenha proteínas, esclarecendo aqui que a autora é ovo-lacto-vegetariana e não vegan, o regime vegetariano que exclui todos os alimentos de origem animal. O último capítulo do livro tem mais de 80 receitas para fazer comida vegetariana para bebés e crianças: primeiras papas, sopas e purés de legumes, pratos com soja, tofu e seitan, hambúrgueres e croquetes, empadas e tartes de vegetais, panquecas, pudins e gelatinas, bolos e biscoitos.
No livro, Gabriela quis, de certa forma, tornar acessível a outras mães e pais um conhecimento que demorou muito tempo a adquirir e consolidar. Salienta ser preciso falar de escolhas com os filhos. Ela é vegetariana por não querer consumir um alimento cuja produção assenta no sofrimento de animais, que torna a sua criação uma indústria ambientalmente insustentável. A dada altura, explicou aos filhos essa opção. “Para as crianças serem vegetarianas, é importante que tenham motivação e entendam a razão dessa opção. Não se deve formar uma criança no que toca à alimentação a não ser, obviamente, nas coisas óbvias”, refere a autora.
No que toca à vida social da família, a jornalista diz que “hoje em dia, é muito fácil ser ovo-lacto-vegetariano”: “Há sempre omoletes nos restaurantes e há muitos restaurantes de comida italiana, onde se pode comer pizzas”. Quanto ao abastecimento da despensa, tem-se tornado mais fácil com o aumento de pontos de venda de alimentos vegetarianos, como a soja e o tofu, que se vendem já nos supermercados comuns. E o preço pode compensar, além dos benefícios para a saúde, advoga. “A alimentação vegetariana pode ser mais barata do que a alimentação com peixe e com carne, pode fazer-se uma alimentação vegetariana a baixo custo”.
A viver em Lisboa, Gabriela não teve muita dificuldade em manter o regime alimentar no Jardim de Infância e na escola, ainda que tenha levado os alimentos de proteína vegetal para o infantário. “Comiam o mesmo que os outros, só trocavam a carne e o peixe pela proteína vegetal”. Só na escola teve que intervir para pedir que variassem mais a ementa do filho mais velho e não lhe servissem sempre ovos. Lembra que, mediante a apresentação de uma declaração médica (no seu caso) ou de um responsável religioso ( no caso dos vegetarianos por razões religiosas), as escolas têm que fornecer refeições vegetarianas às crianças.»
Dora Mota, Jornal de Notícias, Março de 2011

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Imprensa:
«Homeopatia na infância

Se prefere que o seu filho seja acompanhado pela Homeopatia, este é o livro ideal para ter à sua cabeceira. São dicas para fazer o seu filho crescer naturalmente!

A homeopatia tem vindo a ganhar cada vez mais importância como alternativa aos procedimentos médicos convencionais. Por isso, se é uma daquelas mães que concorda com esta frase, não ficará indiferente aos que os médicos homeopatas Jean-Paul Nowak e Joliot Tan Hon têm para lhe dizer no novo livro "Homeopatia para Bebés e Crianças". Neste compêndio de ensinamentos, os autores abordam temas tão transversais à saúda das crianças como "equilibrio interno", "prevenção de doenças" e "remédios naturais", bem como sugestões para cuidar das exigências dos mais pequenos.Nowak, especializado em dietética e micronutrição, juntou-se a Tan Hon para divulgarem os seus conhecimentos terapêuticos em prol dos pacientes e da cura de doenças, desenvolvendo um método menos agressivo que o da terapia clássica, baseando-se na Homeopatia. Já Tan Hon exerceu medicina homeopática até à sua morte em 2001, e é recorado pelos seus pacientes como um amigo, cujos vastos conhecimentos, humildade e humanidade o tornaram reconhecido como um médico excepcional.Desde as cólicas, como minimizar os efeitos do aleitamento na mãe e no bebé, as horas de sono e até identificar nas fezes do bebé um possível problema, este livro é essencial para pais estreantes, mas também para quem pretende reciclar os seus conhecimentos aos olhos de uma medicina que aposta nas soluções vindas directamente da Mãe Natureza.»

Vida Saudável, Fevereiro de 2010
Imprensa:

Alice nas bocas do mundo


«Deixe-se levar por Alice ao País das Maravilhas


Alice – aquela que conhece e nos dá a conhecer o País das Maravilhas – aparentemente saiu do baú e voltou a estar na ordem do dia, com festas temáticas em seu nome (como na passada sexta, no Lux) ou com o novo filme de Tim Burton que estreia em Março nos EUA. Mas a sua história volta a ser contada também em livro. E não é um livro qualquer.
É um livro onde tudo é possível, a partir do momento em que o abrimos. Há indicações ao longo de toda a história, dicas sobre o que fazer, advertências sobre o que não fazer e uma apresentação das personagens de sempre. Uma menina quesonha, um coelho branco com pressa ou um baralho de cartas, entre outras.
É um livro, que inclui outro livro de instruções, em que o coelho é o anfitrião. A partir daí, é Alice que nos guia, que aguça a imaginação e nos faz viajar, como aliás sempre fez. Mas desta vez apetece descobrir mais, encontrar cada janelinha, devotar cada pormenor delicioso. Demora-se a ler cada página, saboreia-se das ilustrações de Zdenko Basic, lê-se nas entrelinhas das palavras redescobertas do autor de sempre Lewis Carroll.
Um regresso à infância que pode ser descoberto nas livarias a 12 de Fevereiro.»


Destak, Fevereiro de 2010

____________


«Há centenas de versões da história inventada por Lewis Carroll. Nesta, logo a abrir, o leitor é apresentado às personagens que o vão acompanhar na aventura de Alice. E o Coelho Branco, embora apressado, tem a gentileza de criar um Guia, um pequeno livro dentro do livro maior. Aí explica como se entra no País das Maravilhas, o que se faz lá, o que se come, qual é o sistema político e outros pormenores. Mas, a quem quiser saber como se regressa a casa, o coelho responde: "Não faço a menor ideia." Contudo, avisa: "Uma viagem ao País das Maravilhas pode habituar-te a coisas extraordinárias. Quando regressares a casa, é possível que aches a vida monótona e estúpida." Mas logo adverte que não se responsabiliza por isso. Em toda a obra, há janelas para abrir, chaves por encontrar, pop-ups e portas por onde entrar. Depois de se divertir, o leitor encontrará certamente o caminho de volta.»

Rita Pimenta, Público, 20 de Fevereiro de 2010

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A Arteplural na imprensa:




«Livro do mês
O Grande Livro do Poker


Sejamos práticos neste mês. Há vários anos que a Maxmen fala de poker, e de poker online, e até já fez artigos (e ainda virá a fazer mais), e tudo isto antes do boom que o jogo tem vindo a registar nos últimos tempos. Os jogos de mesa estão definitivamente em alta, e até já há canais de TV dedicados a eles - outro dia, um conhecido canal de desporto dava um jogo de... gamão! Mas voltando ao poker, que é o que interessa aqui, eis então resumido, em jeito de manual de instruções, tudo o que precisa saber para dominar o Texas Hold'Em, a modalidade mais em voga na actualidade. O autor é um reputado jogador e até fundou um site dedicado ao tema e à criaçao de novos jogos. A sua escrita é simples, directa e prática, começando pelas noções básicas do jogo, do comportamento dos jogadores, seguindo para o domínio das estratégias e dos truques mais avançados, chegando mesmo a dar dicas para ter sucesso, seja na mesa verde, seja online. Imprescindível para iniciados e apaixonados. Como é, leitor, vamos a jogo?

Classificação: ****

Maxmen, Novembro, 2009