segunda-feira, 2 de maio de 2011

Novidades de Maio

A Dieta dos Sumos
Christine Bailey

perder o máximo de peso com o mínimo de esforço
• emagrecer • desintoxicar • tonificar • manter-se elegante e saudável

Descubra os planos de emagrecimento da Dieta dos Sumos: Um Fim-de-semana Intensivo de Sumos, para uma transformação radical do seu peso; Uma Semana de Sumos, para ganhar vitalidade e conseguir um corpo elegante e livre de toxinas; e Um Ano de Sumos, para manter a linha a longo prazo e ter uma vida mais saudável.
Experimente também: os Sumos Embelezantes, para combater a celulite e obter uma pele mais perfeita e com menos rugas e linhas de expressão; os Suprassumos de Energia, para potenciar o seu trabalho físico e mental ao longo do dia, todos os dias; e os Sumos Fortificantes do Sistema Imunitário, para proteger o seu organismo de doenças e outras perturbações.
Siga os planos e combine os sumos e batidos deste livro com lanchinhos leves e refeições saudáveis, a fim de manter o metabolismo elevado e estimular a perda de peso. Para completar o programa de emagrecimento, inclua na sua dieta alguns dos suplementos alimentares recomendados, realize um ou outro tratamento desintoxicante, e faça exercício.

Quantas vezes já acordou sentindo-se apático, inchado e gordo? Está cansado de contar as calorias ingeridas? Farto de verificar o índice glicémico dos alimentos ou de dietas pobres em carboidratos? Já não tem motivação para tentar emagrecer e definir o corpo? É demasiado fácil começar o dia cedendo aos alimentos amanteigados e cheios de açúcar... e depois ao lanche e ao jantar continuar a ingerir mais açúcares e gorduras, mais aditivos e conservantes! No entanto, bastar-lhe-á ler algumas páginas deste livro para perceber a verdadeira eficácia da Dieta dos Sumos — ponha-a em prática e verá como é fácil perder os quilos extra e ao mesmo tempo melhorar espantosamente a sua imagem e a forma como se sente. São mais de 100 sumos e batidos de fazer água na boca, juntamente com receitas de lanches e refeições ligeiras, espalhados por seis capítulos, três dos quais dedicados a três planos de emagrecimento: Um Fim-de-semana Intensivo de Sumos, Uma Semana de Sumos e Um Ano de Sumos (um plano para toda a vida!). Além disso, pode também experimentar os Sumos Embelezantes, os Suprassumos de Energia e os Sumos Fortificantes do Sistema Imunitário. Cada um destes 100 sumos é um concentrado de nutrientes, rico em sabores vibrantes e naturais, e em cada capítulo deste livro encontra toda a informação de que precisa para levar tranquilamente a bom porto o seu plano de emagrecimento. Vale a pena tentar: a Dieta dos Sumos é uma forma fácil e deliciosa de revelar o verdadeiro potencial do seu corpo.

Sobre a autora:
Christine Bailey tem um mestrado em Ciências e é nutricionista, consultora de saúde e alimentação, chef de cozinha e professora de artes culinárias. Pertence à associação Guild of Health Writers e escreve para várias revistas de saúde e alimentação. Ministra cursos e workshops, presta serviços de consultoria a autoridades locais e escolas, e colabora com uma série de organizações não governamentais e de solidariedade social, incluindo a World Cancer Research Fund UK.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Feira do Livro de Lisboa 2011

A Feira do Livro de Lisboa já começou e a Arteplural estará este ano no espaço do Grupo Porto Editora, no stand B10. Esperamos pela sua visita!

Poderá consultar o Livro do Dia da Arteplural na coluna da direita deste blogue.

Quanto a eventos, convidamo-lo a participar no Workshop de Reiki no Sábado, dia 30 de Abril, pelas 16:00, apresentado por Filipa Rodrigues, autora do livro Reiki para Todos, e em especial para crianças. Estamos a contar consigo!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Feira do Livro de Lisboa - Livro do Dia

A partir de hoje e durante a realização da Feira do Livro de Lisboa, iremos divulgar aqui o Livro do Dia da Arteplural. Esteja atento!

O Livro do Dia para hoje, 28 de Abril:

Ser Armani – a Biografia
Renata Molho

Preço Capa – € 24,23
Preço Dia – € 14,54


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Imprensa: Bebés vegetarianos

«Verdes no prato

O caso do bebé de 11 meses que morreu subnutrido chocou a França. Mas muitas crianças vegan crescem sem problemas.

Quando Louise morreu aos 11 meses, com 5,7 quilos, a França entrou em choque. O bebé estava a ser alimentado apenas a leite materno, sem que os pais – um casal de vegans – lhe tenham dado outro alimento às refeições. A história ocorreu em 2008 e, na semana passada, um tribunal condenou-os a cinco anos de prisão.
"Estamos a falar de pais negligentes, porque deveriam ter iniciado outros alimentos a partir dos quatro meses e aos seis deveriam ter introduzido as proteínas de origem vegetal", reage Gabriela Oliveira, vegetariana há 14 anos e autora do livro Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças.
Para Paulo Oom, pediatra que segue crianças vegetarianas, a mãe "cometeu um duplo erro": continuou a amamentar numa idade em que «as crianças necessitam de uma quantidade e de um tipo de nutrientes que nenhum leite fornece» e provavelmente "não estaria a tomar suplementos vitamínicos para suprir" as falhas da sua alimentação.
Oom explica que, no caso dos vegans – que não comem alimentos de origem animal, nem ovos ou leite –, as carências de vitaminas D e B12 devem ser colmatadas. A primeira é responsável "pelo crescimento dos ossos e dos dentes", enquanto a vitamina B12 "é fundamental para o sangue e o sistema nervoso".
Por isso, quando nas consultas recebe pais que pretendam impor um regime vegan aos filhos, o pediatra procura  "demovê-los". E saliente que o ideal será "dar uma alimentação igual a todos os outros bebés e só mais tarde fazer as restrições".
Por seu lado, Gabriela Oliveira, mãe de três filhos que comem ovos, leite e queijo, defende que "há tantos alimentos vegan à venda, enriquecidos com vitamina B12 e ferro que é possível crescer-se sem qualquer risco para o desenvolvimento". E acrescenta que há à venda leite de soja adaptado a bebés.
Sobre Louise, que morreu subnutrida, diz que "é injusto colar essa morte ao vegetarianismo e ao 'veganismo'", até porque no seu caso a experiência com os filhos tem sido boa: "Os mais velhos são os mais altos da turma e têm sido saudáveis, sem otites, bronquiolites e essas doenças típicas da infância. Mas também têm constipações...".
As suas refeições incluem sempre um alimento proteico, como tofu, seitan, soja, ovos ou salsichas vegetarianas, além da fruta e dos legumes. Gabriela recorre de vez em quando às leguminosas, como o grão, o feijão e as lentilhas.
Para Paulo Oom, o peixe e a carne também devem ter lugar no prato: "Estão na roda dos alimentos e devem ser dados nas quantidades e proporções necessárias".»
Maria Francisca Seabra, Sol, 8 de Abril de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

Crítica de Leitor: «Big Nate»

«De facto, a referência de comparação para caracterizar esta série, é mesmo o Diário de Um Banana. São muito semelhantes e orientados para a mesma faixa etária. A principal diferença é que o Banana é mais desenho e menos texto e o Nate é mais texto e menos desenho. No entanto, as ilustrações são muito sugestivas e deixam-nos um sorriso na boca.
Neste primeiro volume, temos a descrição de um dia na vida de Nate, que começa ao acordar e acaba no fim da última aula da tarde. Os equívocos e os azares são o "pão-nosso de cada dia" na vida do "grande" Nate: quanto mais se esforça para entrar no livro dos recordes, pior as coisas lhe saem. Mas digo-vos, desde já, que vai mesmo conseguir bater o recorde!...
Gostem ou não do Banana, sigam esta nova série e não se vão arrepender.»
 
 

Imprensa: «Alimentação Vegetariana para Bebés e Crianças»

«Gabriela Oliveira, jornalista, é vegetariana e mãe de três filhos com 11 e 5 anos e 7 meses, também vegetarianos. É autora do livro “Alimentação vegetariana para bebés e crianças” (Arte Plural Edições), uma espécie de manual para vegetarianos que vão ser pais e têm dúvidas se devem manter o seu regime na alimentação dos seus bebés, para mães e pais vegetarianos que não sabem cozinhar muito bem ou precisam de ideias, para famílias omnívoras que querem aliviar o consumo de carne e peixe e introduzir algumas refeições vegetarianas na ementa semanal. “É uma boa maneira de variar os alimentos e ensinar as crianças a não serem esquisitas”, diz a autora. O livro é a reedição da primeira obra, lançada em 2006, e sai esta sexta-feira, dia 25 de Março, para as livrarias com um preço de 10 euros.
“Alimentação vegetariana para bebés e crianças” é sobretudo um livro para pais e mães, que começa por desfazer preconceitos e dúvidas porque, salienta a autora, mesmo os pais vegetarianos são assaltados pelo receio de que o regime vegetariano não seja suficiente em termos nutricionais para as crianças. E, embora a cultura alimentar esteja a mudar e o vegetarianismo se tenha tornado mais comum, ainda há resistência e estranheza. “Quando estava grávida do meu primeiro filho já era vegetariana e as enfermeiras diziam-me 'Veja lá se sabe o que está a fazer, tenha cuidado'. Ainda não há muitas crianças vegetarianas porque ainda há muito receio que a alimentação vegetariana não seja suficiente na infãncia”, conta Gabriela Oliveira, que tem três filhos saudáveis, vegetarianos desde o útero.
“Vegetariano in utero – gravidez saudável” é, aliás, um dos temas abordados no livro, que é essecialmente prático. Nas primeiras páginas, descreve os princípios do regime vegetariano e os seus alimentos essenciais, explicando como obter as proteínas necessárias e a quantidade necessária de ferro, falando ainda do “leite” de origem vegetal e das associações favoráveis dos alimentos. Em seguida, no capítulo “Crescer vegetariano”, Gabriela Oliveira fala de gravidez saudável, da introdução dos alimentos no primeiro ano de vida, dos alimentos em função da idade e também daqueles a evitar. A introdução faseada dos alimentos é mais importante do que parece, sublinha a autora, que alerta para um mito comum em torno de vegetarianos: “As pessoas pensam que, se um alimento é de origem vegetal, pode dar-se tudo à vontade. Não é bem assim porque não se pode dar leguminosas a bebés, por exemplo. E é preciso saber a partir de que idade se podem dar as proteínas vegetais”. Para coligir todas estas preciosas informações, consultou livros ingleses e norte-americanos aquando do nascimento do primeiro filho.
Lendo as instruções de Gabriela, criar um filho vegetariano parece ter o mesmo grau de dificuldade do que criar um filho omnívoro. Há regras na mesma, só que em vez de se falar de carne ou peixe, fala-se de seitan e tofu.O importante é garantir que a alimentação tenha proteínas, esclarecendo aqui que a autora é ovo-lacto-vegetariana e não vegan, o regime vegetariano que exclui todos os alimentos de origem animal. O último capítulo do livro tem mais de 80 receitas para fazer comida vegetariana para bebés e crianças: primeiras papas, sopas e purés de legumes, pratos com soja, tofu e seitan, hambúrgueres e croquetes, empadas e tartes de vegetais, panquecas, pudins e gelatinas, bolos e biscoitos.
No livro, Gabriela quis, de certa forma, tornar acessível a outras mães e pais um conhecimento que demorou muito tempo a adquirir e consolidar. Salienta ser preciso falar de escolhas com os filhos. Ela é vegetariana por não querer consumir um alimento cuja produção assenta no sofrimento de animais, que torna a sua criação uma indústria ambientalmente insustentável. A dada altura, explicou aos filhos essa opção. “Para as crianças serem vegetarianas, é importante que tenham motivação e entendam a razão dessa opção. Não se deve formar uma criança no que toca à alimentação a não ser, obviamente, nas coisas óbvias”, refere a autora.
No que toca à vida social da família, a jornalista diz que “hoje em dia, é muito fácil ser ovo-lacto-vegetariano”: “Há sempre omoletes nos restaurantes e há muitos restaurantes de comida italiana, onde se pode comer pizzas”. Quanto ao abastecimento da despensa, tem-se tornado mais fácil com o aumento de pontos de venda de alimentos vegetarianos, como a soja e o tofu, que se vendem já nos supermercados comuns. E o preço pode compensar, além dos benefícios para a saúde, advoga. “A alimentação vegetariana pode ser mais barata do que a alimentação com peixe e com carne, pode fazer-se uma alimentação vegetariana a baixo custo”.
A viver em Lisboa, Gabriela não teve muita dificuldade em manter o regime alimentar no Jardim de Infância e na escola, ainda que tenha levado os alimentos de proteína vegetal para o infantário. “Comiam o mesmo que os outros, só trocavam a carne e o peixe pela proteína vegetal”. Só na escola teve que intervir para pedir que variassem mais a ementa do filho mais velho e não lhe servissem sempre ovos. Lembra que, mediante a apresentação de uma declaração médica (no seu caso) ou de um responsável religioso ( no caso dos vegetarianos por razões religiosas), as escolas têm que fornecer refeições vegetarianas às crianças.»
Dora Mota, Jornal de Notícias, Março de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

Em Abril:

Reeditamos...



Quem Mexeu no meu Queijo?
É isso que Fungadela, Correria, Pigarro e Gaguinho querem saber.
Os quatro amiguinhos vivem num grande Labirinto e todas as manhãs percorrem-no em busca daquilo que os faz felizes: o Queijo Mágico!
Um dia encontram uma enorme quantidade de Queijo. É tanto que parece que vai durar para sempre. Contudo, certa manhã, descobrem que o Queijo desapareceu e é então que tudo muda.
Quem mexeu no queijo? Será que ele vai voltar? Ou será que os quatro amigos terão de se aventurar mais uma vez pelo Labirinto para encontrar mais Queijo?
Agora os jovens leitores também podem desfrutar da história do best-seller Quem Mexeu no Meu Queijo? e aprender, de uma forma muito divertida, como lidar com a mudança.